A influência da mãe fez com que suas duas filhas, Renata e Regina, se interessassem pelo instrumento e começassem seus estudos com o acordeon.

Anos mais tarde, já em 1988, é
Renata Sbrighi quem tem a idéia de reunir amigos e alunos para uma orquestra. Assim, junto com a Escola Livre de Música, Renata acaba por fundar a Orquestra Sanfônica de São Paulo. "Fui pichada por várias professoras por causa deste nome", diz Renata. Elas alegavam que o nome era muito cafona.

Apesar das contrariedades, o nome e a orquestra vingaram. A influência de Renata e suas apresentações performáticas começaram a trazer muitos alunos para sua escola, inclusive os ex-alunos de seu extinto conservatório.
Em pouco tempo, os próprios alunos de sua escola começaram a ingressar na orquestra. Entre os ritmos preferidos estavam o tango, chorinho, música erudita e músicas populares.

Não demorou para que o grupo ganhasse repercussão na mídia. A orquestra começava a ser chamada para se apresentar em programas de televisão e rádio, festas populares e eventos diversos

Escadaria do Teatro Municipal de São Paulo
Hoje a orquestra conta com mais de 60 integrantes, que se apresentam freqüentemente em eventos em todo o estado de São Paulo.
Ocasionalmente eles viajam para outras regiões do país. E ano após ano são convidados para o Concurso Internacional de Castelfidardo, na Itália. São os únicos brasileiros a representarem o Brasil neste evento.

A orquestra em Castelfidardo, Itália, em apresentação internacional